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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Wikipedia perdeu 49 mil colaboradores nos três primeiros meses de 2009

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A enciclopédia online Wikipedia enfrenta perda expressiva de colaboradores segundo reportagem do jornal norte-americano The Wall Street Journal.

Durante os três primeiros meses de 2009, o site - que recebe cerca de 330 milhões de visitas a cada mês - perdeu mais de 49 mil editores, perda dez vezes maior se comparada ao mesmo período do ano passado, apontou o WST citando o pesquisador espanhol Felipe Ortega.

A desistência dos colaboradores é creditada à série de regras estabelecidas para limitar conflitos, sobretudo em assuntos controversos. Segundo o pesquisador, muitos usuários têm seus conteúdos removidos sem que sejam avisados.

Na avaliação do site Cnet, manter-se entre as páginas mais acessadas da Internet é uma tarefa difícil para a Wikipedia: "Erros, sejam acidentais ou deliberados, sempre foram um incômodo na Wikipedia", observa o site.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Força Aérea americana encomenda mais de 2 mil PlayStation 3

 

O PlayStation 3 Slim, em foto oficial

Fonte: eBand

A Força Aérea dos Estados Unidos divulgou no final de semana a encomenda de 2.200 videogames PlayStation 3, da Sony. De acordo com um documento publicado no site do governo federal norte-americano, o objetivo da instituição é construir um supercomputador de investigação.
Segundo o site de notícias Information Week, os aparelhos serão utilizados no processamento de dados de imagens de radar em alta resolução e vídeos e ajudarão na pesquisa de um tipo de circuito de computador chamado “computação neuromórfica”.
Os consoles serão encaminhados ao laboratório de pesquisa da força aérea norte-americana onde serão conectados aos 336 que já fazem parte do sistema. Segundo a Força Aérea, são gastos cerca de US$ 700 milhões por ano de investimentos no setor de colaboração em rede, segurança cibernética e modelagem computacional.

IE9 pode ser resposta ao Chrome OS?

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A exposição que a Microsoft fez sobre o Internet Explorer 9 um dia antes da exibição do Chrome OS está sendo interpretada como uma resposta da fabricante do Windows ao Google.

Na quarta-feira (18), o presidente da divisão Windows Live da Microsoft, Steven Sinofsky, exibiu algumas características do que deve ser o Internet Explorer 9. Segundo Sinofsky, a principal novidade do novo IE será a capacidade de processar aplicações web pesadas direto no browser, dispensando o usuário de instalar aplicativos no PC.

Para exemplificar isso, Sinofsky exibiu computadores rodando pesados mapas 3D direto no browser.

Esta apresentação ocorreu apenas um dia antes do Google liberar o Chrome OS, cujos códigos estão disponíveis para download.

Na opinião de parte dos analistas de mercado que cobrem a Microsoft, a exibição de Sinofsky teve como objetivo antecipar e minimizar o anúncio do Google.

Este tipo de estratégia é comum na disputa entre grandes empresas de internet. Um dia antes da Microsoft anunciar o Bing, por exemplo, o Google exibiu detalhes sobre o Google Wave.

Nesse contexto, a exposição de Sinofsky pode ser interpretada como uma demonstração de que o Internet Explorer será capaz de rodar com eficiência as próximas gerações de aplicações web e, sozinho, satisfazer as necessidades de um usuário que deseja apenas um netbook, com acesso rápido à web e aplicações disponíveis na nuvem.

Assim, se o Chrome OS se provar viável e atraente para os usuários num futuro próximo, a Microsoft teria como alternativa o Internet Explorer 9 para rivalizar com o sistema do Google em netbooks.

domingo, 22 de novembro de 2009

O iPhone vitaminado?

A Apple prepara um novo modelo de computador para entrar na briga direta com os netbooks e os leitores digitais

Fonte: Revista EXAME

Por Camila Fusco

"Não importa se o produto é bom ou ruim, o fato é que as pessoas não leem mais. Toda a concepção do aparelho é falha desde o início." Foi com sua típica sutileza que o fundador da Apple, Steve Jobs, comentou o lançamento do Kindle. Era janeiro de 2008, e o leitor digital da Amazon tinha apenas dois meses de vida. Enquanto muitos enxergavam no aparelho o futuro dos livros, Jobs dizia à imprensa americana que não via vida longa num aparelho que apenas reproduzia textos. Em março deste ano foi a vez de Tim Cook, diretor operacional da Apple e na época ocupando interinamente a presidência, disparar contra os netbooks e seus "teclados apertados, software terrível e hardware podre". "Jamais colocaria a marca Mac nisso aí", disse. Apesar da arrogância e do desdém, pouca gente duvida: a Apple está, sim, preparando um produto que vai competir diretamente com o Kindle e com os netbooks. Entre analistas e seguidores da empresa, a expectativa é que o novo aparelho seja apresentado no começo do próximo ano, e todos parecem seguros do que vem por aí: uma espécie de iPhone vitaminado. O novo computador seria um aparelho sem teclado, um formato conhecido como tablet no mundo da tecnologia, cuja principal função será navegar na internet e rodar programas parecidos com aqueles disponíveis para o smartphone. Será que a Apple vai sacudir o mercado de tecnologia mais uma vez?

Desligar, Dormir ou Hibernar? Qual a melhor opção para seu computador?

Se você nunca utilizou, já deve ter se perguntado o motivo de o Windows possuir mais opções de energia além do famoso “Desligar”. Caso você as utilize, certamente já ficou em dúvidas entre qual delas utilizar em alguma situação ou até mesmo se vale mais a pena desligar ou escolher alguma das outras formas.

Se o computador for permanecer inativo por um período considerável de tempo, desligar é sempre uma ótima opção - inclusive tirá-lo da tomada, especialmente para poupar energia e garantir uma vida útil maior para o disco rígido. Caso você não tenha um estabilizador ou no-break, desligar também pode prevenir que o computador sofra danos causados por queda ou oscilação de energia.

Agora, em determinadas situações, você pode utilizar uma das outras opções trazidas com o Windows, o modo de Hibernação ou de Dormir. Essas duas configurações de energia destinam-se basicamente a economizar energia (e hardware) quando você precisa dar uma pausa em suas atividades no computador.

Desligar é uma boa alternativa para longos períodos de inatividade.

Pense no seguinte: quantas vezes você estava utilizando o computador e teve que interromper seu trabalho para alguma outra atividade? Você não precisa desligar o computador para atender a porta, por exemplo, mas nem sempre estas interrupções são tão rápidas. Dormir ou Hibernar são úteis exatamente para esses casos. Por exemplo, digamos que você queira parar para almoçar ou precisa atender a uma reunião de trabalho, mas não quer ter que “fechar tudo e desligar o computador”.

Deixar o computador em estado de dormência ou hibernação pode poupar o tempo e o trabalho de efetuar todo o demorado procedimento de inicialização e abertura do que estava em uso antes de desligá-lo. Além disso, é possível poupar energia / bateria, algo que não ocorreria se o computador permanecesse desnecessariamente ligado durante o período de ausência.

Agora você deve estar se perguntando qual dos dois modos é melhor para determinadas situações. Antes de pensar nas alternativas, vamos fazer um breve resumo sobre como funcionam estas opções para podermos esclarecer as diferenças existentes entre elas.

Dormir ou Modo de Suspensão

A opção de “Dormir”, também chamada de “Modo de Suspensão”, no Windows faz com que seu sistema entre em espera (“standby”), permitindo que você retome suas atividades de onde parou. Quando você utiliza esta opção, todos os discos rígidos (ou óticos), processador, vídeo, monitor e outros dispositivos permanecem ligados, porém em um estado de consumo lento.

Após o computador permanecer inativo por um período determinado de tempo (que pode ser ajustado nas configurações de energia), o sistema fecha os arquivos abertos, desliga os discos rígidos e a iluminação da tela e reduz tanto quanto for possível a frequência de operação do processador, reduzindo o consumo de energia.

Dormir é uma alternativa para pausas mais rápidas nas atividades

Apenas a memória RAM permanece sempre ligada, pois os dados que estavam em uso antes da ativação da opção de “Dormir” são armazenados nela. Enquanto o computador está no estado de dormência, ele consome uma quantidade mínima de energia, mas não elimina completamente este consumo. Portanto, se houver uma queda da eletricidade ou a bateria acabar, todos os dados que estavam abertos serão perdidos.

Hibernar

O modo de “Hibernar” tem um funcionamento semelhante ao de dormir. Porém, quando você utiliza esta opção, o estado de seu computador é registrado e as informações presentes são gravadas em um arquivo no disco rígido. Em seguida todos os discos rígidos (ou óticos), processador, vídeo, monitor e outros dispositivos são desligados.

Assim como no modo de "Dormir", o processo de desligamento total pode levar algum tempo (a quantidade pode ser ajustada nas configurações de energia), porém como as informações são gravadas no disco, o sistema efetivamente é desligado e há uma completa economia de energia.

Hibernar é indicado para interrupções mais longas

Porém, para voltar da hibernação, é necessário efetuar o procedimento de inicialização do computador normalmente. Quando ele for ligado novamente, as informações serão carregadas a partir deste arquivo e o sistema retoma as atividades exatamente da mesma forma na qual elas estavam antes da máquina entrar em hibernação.

Dormir em “Suspensão Híbrida”

A partir do Windows Vista, foi implantada uma nova forma de se utilizar a opção “Dormir” que é chamada de "Suspensão Híbrida". Essa opção faz uma espécie de junção entre “Hibernar” e “Dormir”, pois as informações presentes são registradas na memória RAM e gravadas em um arquivo no disco rígido.

Este modo presente dentro da opção de “Dormir” por padrão já está ativado no Windows Vista. Trata-se de uma funcionalidade presente nas configurações de energia para o estado de “Dormir” chamada “Permitir modo de Suspensão Híbrido”.

Conclusões

Uma conclusão facilmente tirada disto tudo é que a função “Dormir” foi desenvolvida com o intuito de ser utilizada no caso de interrupções não muito longas como uma reunião rápida, atender uma pessoa por um período curto ou até mesmo parar para um horário de almoço. A função de “Hibernar” está mais associada com interrupções que levem horas (ou até mesmo um dia ou mais) e nas quais o ideal seria poder retomar suas atividades exatamente no momento em que parou.

Entretanto, a partir do Windows Vista, a implementação do estado de “Suspensão Híbrida” para a função de “Dormir” representa por si só uma combinação das duas opções e pode ser utilizada em ambos os casos. Este estado também resolveu o problema que alguns usuários tinham para fazer o computador voltar de uma hibernação.

Mito ou Verdade: gravar CDs e DVDs em velocidade máxima estraga a mídia?

mpre há um primo de um vizinho da sua tia que passou por maus bocados na hora de queimar um disco. E é exatamente por isso que os mitos envolvendo este assunto são muitos.

Para começar, vários argumentos são válidos quando o assunto é gravar em velocidade máxima ou não. O primeiro diz respeito à capacidade da mídia.
O “X” é a resposta?

Se você reparar, praticamente todas as mídias vêm de fábrica com um número impresso. Este número varia de 1x até, aproximadamente, 52x e informa a velocidade máxima de gravação que aquele disco suporta. Desta forma, há quem diga que: “se a mídia suporta esta velocidade, certamente ela não sofrerá danos se a gravação for no máximo”.

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Isso faz todo o sentido e, certamente, é uma verdade. Desta forma, se sua mídia suporta 12x, por exemplo, e a gravação for até este valor – teoricamente – nada ocorrerá. O que pode acontecer com o decorrer do tempo é o desgaste maior das peças mecânicas do gravador, pois é exigido que a mídia rode com mais velocidade.Gravação de dados

O processo de gravação de um disco não é muito difícil de entender. Ele funciona como um ditado de palavras. Isso mesmo, você se lembra de quando sua professora ditava as lições de casa? O que você fazia? Memorizava por alguns instantes o que ela falava e escrevia logo em seguida.
Isso também acontece na gravação, pois o software armazena por alguns segundos as informações do HD ou mídia para reproduzir em outra. Este processo de armazenamento temporário é chamado de buffer. Agora, imagine sua professora ditando as palavras muito rápido, certamente você não conseguiria escrever todas e cometerá erros.

Gravar dados em velocidades baixas é mais garantido

A mesma coisa acontece no processo de gravação, pois se ele for feito na velocidade máxima o buffer terá pouco tempo para armazenar e enviar os arquivos temporários, desta forma a probabilidade de ocorrerem erros e perda de dados aumenta na mesma proporção da velocidade de gravação. É claro que não realizar tarefas pesadas enquanto grava um disco é muito importante. Desta forma, usar o Photoshop ou programa similar aumenta ainda mais a probabilidade de erros de gravação.Velocidade e compatibilidade

Um fato interessante acerca deste tema é a compatibilidade de leitura dos dados gravados. O que pode acontecer se uma mídia for queimada em uma velocidade de 52x, por exemplo, é que os dados não sejam lidos em um leitor com capacidade máxima de 32x. Desta forma, a probabilidade de haver erros de leitura é muito maior ou quase certa.Quando a mídia pode estragar?

A midia pode estragarHá algumas situações que podem facilitar problemas com a mídia na hora gravação. Uma já foi citada - problemas com o buffer que não consegue armazenar os dados. Outra ocasião em que a mídia pode ser danificada é no caso de não ser respeitada sua velocidade máxima, ou seja, uma mídia que suporta 4x ser gravada em uma velocidade de 8x, por exemplo.

Quando eu posso gravar na velocidade máxima?

É fato que se a gravação na velocidade máxima danificasse o disco ou gravador, esta opção nem figuraria entre as alternativas de gravação. Desta forma, ela pode ser feita sem problemas quando a mídia gravada suporta grandes velocidades, o disco será lido no gravador em que foi queimado ou em reprodutores com velocidade compatível, por exemplo.O que é ideal?

Tome cuidado!

Depois de ver estes argumentos, você pode estar se perguntando: “como eu devo fazer para evitar problemas com minhas mídias?”. A primeira recomendação é comprar discos de boa qualidade e ter um hardware de gravação de qualidade, no mínimo, razoável.
Em segundo lugar, o ideal é gravar os discos na menor velocidade possível ou na média – nem muito veloz, nem muito rápido -, pois as chances de haver corrompimento de dados na hora da gravação cai consideravelmente.

Além disso, forçar as partes mecânicas em todas as gravações também não é legal. Por mais que a queima seja mais rápida, é importante saber que a parte mecânica sofre mais desgastes. Isso acontece porque a rotação do disco é muito maior e, desta maneira a depreciação das peças se dá com mais rapidez.Conclusão

Ao avaliar os argumentos, chegamos a uma conclusão: se a única alternativa é gravar na velocidade máxima, vá em frente. Contudo, sempre que possível queime seus discos em valores médios ou baixos. Com esta opção as chances de haver problemas são bem menores. Obviamente, nada garante que gravações em velocidades baixas serão sempre bem sucedidas e nem o contrário. Mas, quando se fala em probabilidade de erros, a gravação rápida sai na frente.

Sendo assim, chegamos a duas conclusões. A primeira é que gravar discos na velocidade mais alta pode sim estragar a mídia. A segunda é simples e muito popular, ou seja, neste caso também a pressa é inimiga da perfeição.

Como a Microsoft pode ganhar com Chrome do Google

Não é preciso haver uma guerra. O Chrome do Google é algo de que a Microsoft pode-se beneficiar, ela somente tem de relaxar e ver as oportunidades que o novo sistema operativo oferece a todos.

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Assistindo o evento do Google relativo ao seu sistema operativo Chrome percebi que: existe muito no Chrome que poderá beneficiar a Microsoft – como fornecer uma plataforma completamente nova e necessária. Se o Google for sinceramente honesto à sua promessa de abertura 'open source', então a Microsoft deveria juntar-se a festa.

    Alguns haveriam de ver este movimento como se a “Microsoft estivesse apanhando carona do Chrome do Google” mas não seria o caso. O Chrome será mais forte e melhor se a Microsoft participar, não necessariamente como líder, mas contribuindo quando pode e certificando-se de que a sua nuvem se enquadra com a visão do sistema operativo do Google. E vice-versa.

    Se o Chrome for realmente ‘open source’, o Google não terá uma enorme vantagem da mera existência do sistema operativo. Não será uma fonte de dinheiro como o Windows.

    Entretanto, o Chrome irá mover o mundo em uma direção favorável ao Google. Essa direção pode ser também favorável a Microsoft.

    Se a Microsoft decidir ajudar o Chrome, deverá ser um esforço sincero, não sabotagem. Claro que ao mesmo tempo que a Microsoft ajuda o sistema operativo do Google, outros dentro da gigante dos softwares tentarão imitar o Chrome.

    Talvés a Microsoft acabe fazendo a sua própria versão equivalente do Chrome. Algo que trabalhe melhor ao lado dos aplicativos que continuaremos usando.